Quando eu era garotinho (digo criança) e não simpatizante do político Garotinho, apesar de ter votado nele para Presidente, acostumava assistia filmes sobre piratas.
Antigamente, esses piratas eram considerados homens que viviam em alto-mar esperando a oportunidade para saquear outros navios.
Hoje, em pleno século 21, as coisas mudaram um pouquinho. Os piratas do mundo moderno usam terno e gravata, roupas arrojadas, andam em carros importados, e tal.
Copiam, reproduzem ou utilizam indevidamente, sem autorização dos titulares, uma obra intelectual ou uma marca legalmente protegida.
Essa pirataria moderna causa sérios prejuízos aos cofres públicos. No Brasil, a pirataria gera perda anual de R$30 bilhões em impostos e a falsificação de produtos é responsável pela eliminação de dois milhões de postos de trabalho.
Dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que o Brasil detém 9,5% do mercado mundial pirata da indústria fonográfica.
Os dados incluem o Brasil na lista dos dez países que mais praticam a pirataria, junto com China, México, Paraguai, Polônia, Rússia, Espanha, Taiwan, Tailândia e Ucrânia.
A pirataria movimenta anualmente 600 bilhões de dólares, enquanto que o narcotráfico movimenta no mesmo período 360 bilhões.
Ontem, dia 03 de dezembro, foi o dia Nacional de Combate à Pirataria. Desde janeiro até agora, já foram destruídos 37 milhões de CDs pirateados.
A pirataria não afeta apenas os grandes cantores da musica baiana, da MPB, samba e do funk. Os cantores evangélicos também sofrem com essa prática.
É o caso do ex-vocalista da banda baiana Olodum, irmão Lázaro que estourou nas paradas de sucesso da cidade maravilhosa.
Mas antes de chegar as rádios, as músicas do cantor baiano já eram tocadas em todos os camelôs da cidade. Tanto no centro, quanto na zona oeste.
Antigamente, esses piratas eram considerados homens que viviam em alto-mar esperando a oportunidade para saquear outros navios.
Hoje, em pleno século 21, as coisas mudaram um pouquinho. Os piratas do mundo moderno usam terno e gravata, roupas arrojadas, andam em carros importados, e tal.
Copiam, reproduzem ou utilizam indevidamente, sem autorização dos titulares, uma obra intelectual ou uma marca legalmente protegida.
Essa pirataria moderna causa sérios prejuízos aos cofres públicos. No Brasil, a pirataria gera perda anual de R$30 bilhões em impostos e a falsificação de produtos é responsável pela eliminação de dois milhões de postos de trabalho.
Dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que o Brasil detém 9,5% do mercado mundial pirata da indústria fonográfica.
Os dados incluem o Brasil na lista dos dez países que mais praticam a pirataria, junto com China, México, Paraguai, Polônia, Rússia, Espanha, Taiwan, Tailândia e Ucrânia.
A pirataria movimenta anualmente 600 bilhões de dólares, enquanto que o narcotráfico movimenta no mesmo período 360 bilhões.
Ontem, dia 03 de dezembro, foi o dia Nacional de Combate à Pirataria. Desde janeiro até agora, já foram destruídos 37 milhões de CDs pirateados.
A pirataria não afeta apenas os grandes cantores da musica baiana, da MPB, samba e do funk. Os cantores evangélicos também sofrem com essa prática.
É o caso do ex-vocalista da banda baiana Olodum, irmão Lázaro que estourou nas paradas de sucesso da cidade maravilhosa.
Mas antes de chegar as rádios, as músicas do cantor baiano já eram tocadas em todos os camelôs da cidade. Tanto no centro, quanto na zona oeste.
Passaram-se alguns meses a história se repetiu. Só que a vítima foi outra, trata-se do ex-integrante do grupo mineiro, Só para Contrariar, Régis Danese.

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